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Porque eu acredito que o Esperanto será a língua internacional do futuro

2020.07.28 04:12 assis96 Porque eu acredito que o Esperanto será a língua internacional do futuro

O Esperanto é uma língua artificial criada pelo médico oftamologista Lázaro Luiz Zamenhof e nascida no ano de 1887 pela publicação do livro "Internacia Lingvo". Zamenhof nasceu na cidade de Bialystok, atualmente na Polônia, mais especificamente próximo a fronteira onde hoje se encontra a Bielorrusia, Lituânia e Kaliningrado (território russo). Ele era judeu, seu pai era professor de alemão e francês, em razão do meio social e geográfico, desde pequeno conviveu com várias línguas: iídiche, russo, polonês, alemão, hebraico, francês. Lázaro tinha inclinação e facilidade em aprender línguas, cresceu em um ambiente onde problemas de comunicação, preconceito linguístico e étnico eram uma constante. Nesse contexto, sentiu-se impelido a buscar uma solução para esses conflitos por meio da criação de uma língua nova, neutra, fácil e democrática.
Apesar de eu não ser um falante do Esperanto, nem ter contacto com esperantistas, sei que há inúmeros estudos de conceituados linguistas que apresentam pontos tecnicamente favoráveis ao ensino e difusão do Esperanto como língua viável para ser adotada pela comunidade internacional. Se não fosse assim, ele não seria a língua planejada mais falada do mundo e a ONU nem teria recomendado em 1985 sua difusão entre seus países-membros. Esse artigo não visa apresentar a viabilidade do Esperanto do ponto de vista técnico linguístico, visa sim mostrar a possibilidade real da materialização do sonho esperantista no mundo tendo como base a História, a evolução da cultura ética-moral dos povos e a revelação espírita.
Antes de avançarmos na argumentação é preciso ter em conta que estou escrevendo em português, em uma rede social relativamente popular no mundo ocidental e em um canal de comunicação onde o inglês é dominante. Bem provável, os leitores desse artigo podem ser caracterizados como pessoas esquisitas (em inglês WEIRD, sigla em referência a pessoas western, educated, industrialized, rich and democratic) que não retratam a ampla realidade social do mundo. Inevitavelmente sou ocidental, tenho acesso a educação superior, estou integrado em uma sociedade industrializada e nativo brasileiro, apesar dos pesares, um país rico e ainda democrático. A verdade é que não conhecemos de fato o mundo todo, o que a gente pensa que sabe do mundo é muito pouco e extremamente deturpado do que realmente é o nosso planeta. Por mais que tenhamos acesso a internet e programas que falem como é a vida dos outros povos e países, não podemos dizer que sabemos com propriedade como é a vida e cultura dos outros povos e países. O mundo é bem mais complexo e diverso do que a gente imagina, são inúmeras religiões, tradições, línguas, climas, histórias, economias, políticas, filosofias, etc. Queremos refletir sobre uma língua que se aplique no mundo como um todo e não apenas no lado ocidental, para pessoas WEIRD.
Agora posso começar a explicar "Porque eu acredito que o Esperanto será a língua internacional do futuro". Primeiro, vamos nos basear na História, hoje a língua internacional é o inglês, mas em outras épocas poderíamos considerar o latim e o grego. O paradigma materialista econômico aceito pela maioria dos homens permite a qualquer país ou nação que se tornar mais influente, mais forte e dominante, submeter as demais nações ao julgo de sua cultura e consequentemente de sua língua. É claro que o mundo nunca antes em sua História esteve tão globalizado e internacionalizado como nos dias de hoje, nesta singularidade dos nossos tempos são as nações de língua inglesa as detentoras de grande poder na política mundial, por isso o inglês está sendo a língua internacional mais forte e em melhor opção para se estabelecer em definitivo como língua global. Todavia, precisamos ampliar nossa visão de tempo e aprender com a História. Não podemos pensar no futuro considerando apenas os últimos 150 anos de glória das nações anglo-saxãs. Por mais que estes últimos 150 anos de nossa história sejam os mais intensos e impactantes no globo como um todo, o futuro ainda está em aberto, rapidamente pode ocorrer uma inusitada mudança de ordem política-econômica-cultural.
Se voltássemos no tempo há 2000 anos e discutíssemos sobre qual seria a língua internacional do futuro, um cidadão do império romano muito provavelmente não diria ser o Inglês. Quem visse o império romano de dois milênios atrás dificilmente poderia imaginar que hoje ele estaria em ruínas. Por que não poderíamos aplicar esse exemplo nos dias de hoje? Todos os impérios que passaram pelo planeta tiveram seu tempo de nascer, crescer, atingir um ápice, declinar e morrer. O império consolidado pelas línguas inglesas seriam uma exceção? Uma língua que se propõe a ser duradoura e "universal" deve se associar ao mundo das ideias primeiro antes do mundo físico. O mundo físico é transitório, efêmero, está em constante mudança. O mundo das ideias é imperecível, você pode matar um homem, mas não consegue matar uma ideia. Foi essa essência ideológica forte que fez o cristianismo se estabelecer hoje a religião com maior número de adeptos no mundo. Eu comparo os esperantistas de hoje como os cristãos do século II, 133 anos depois da morte de Jesus de Nazaré na cruz. No século II, poucas pessoas levavam o cristianismo a sério, ele era uma minoria, a maioria dos homens e nações de fama do século II não apostariam nas imensas proporções e desdobramentos que o cristianismo seria capaz de acarretar no futuro da humanidade. Por que hoje, no segundo século do nascimento do Esperanto poderíamos duvidar do potencial dessa nova ideologia?
Lembramos do cristianismo e agora para ilustrar o problema da evolução ética-moral da cultura dos povos, vamos pensar na cultura Islã. Não podemos pensar no mundo ignorando a cultura do islamismo, os muçulmanos são tão expressivos numericamente quanto os cristãos, há projeções estatísticas que indicam uma ultrapassagem do Islã ao cristianismo em número de adeptos até o fim deste século. O Islã tem preferência pelo idioma árabe, isso em virtude do Alcorão, seu livro sagrado, ter sido revelado pelo profeta Maomé em árabe e também pela beleza sonora de se ouvir a declamação dos textos contidos no Alcorão no idioma original. A cultura dos países de predomínio muçulmano também possui forte influência do idioma árabe. Muito dos valores morais dos países de predomínio do idioma inglês são bem diferentes e até mesmo antagônico aos valores morais da cultura árabe, sem falar dos recorrentes conflitos políticos entre as nações desses dois mundos linguísticos diferentes. Sabendo dessas hostilidades históricas, da expansão de ambas as culturas, como conciliar por parte dos muçulmanos a supremacia internacional do inglês ao árabe ou vice-versa?
A evolução ética-moral da cultura dos povos mostra que século após século o homem avança um pouco mais no desenvolvimento de suas leis, de seus costumes, de seus conhecimentos e culturas. A Declaração do Direito dos Homens é um exemplo, a valorização das mulheres e o combate ao preconceito racista outro exemplo de avanço da mentalidade humana. A evolução do conceito de Justiça é a alavanca ética-moral dos povos e com base nessa ideia o Esperanto ganha força e tem destino promissor. O Esperanto não é apenas uma língua planejada, o Esperanto representa uma filosofia, um modo de pensar, um estilo de vida que tem como objetivo principal não ter supremacia em relação a outras filosofias, línguas e estilos de vida, mas sim colaborar com a fraternidade entre os povos e nações do mundo todo por meio de uma comunicação em língua neutra. Muitos podem dizer que a língua Inglês, ou qualquer outra língua, também busca colaborar com a paz na Terra e fraternidade entre os homens, não duvido dessa intenção, mas há um problema intrínseco nessa boa intenção que fere o conceito de orgulho dos homens e quando o orgulho dos homens é ferido dificilmente há fraternidade. Todos nós temos orgulho, querendo ou não, não gostamos de nos sentir ou pensar que valemos menos do que os outros, na verdade os seres humanos não devem ser vistos como inferiores ou superiores uns aos outros, mas sim como seres únicos, como "fim em si mesmo" nos dizeres do filósofo Kant. Da mesma forma vejo as línguas, elas também expressam os indivíduos e povos, cada língua deve ser vista como um "fim em si mesmo". O Esperanto não fere a dignidade de nenhum povo justamente porque ele não está associado a nenhum povo ou país em específico, o Esperanto é mais despersonalizado, mais neutro do que qualquer outra língua, por isso poderia melhor colaborar com a fraternidade entre os homens.
Por fim, mas não menos importante, ressaltamos o caráter da revelação espírita em aprovação e consonância com a difusão do Esperanto. Sem pretensões, posso dizer que tenho um pouco mais de conhecimento de causa do Espiritismo, afinal nasci e cresci em família espírita e também sou bem integrado ao movimento espírita de minha cidade. Emmanuel, um dos principais espíritos responsáveis pela divulgação do Espiritismo no Brasil, juntamente com o médium Chico Xavier, em várias mensagens reforça o valor do Esperanto e incentiva seu estudo. Não só Emmanuel, mas vários outros espíritos nobres por meio de diversos médiuns respeitáveis dos mais variados lugares do mundo e em vários momentos diferentes desde o nascimento do Esperanto em 1887 são coerentes em acreditar no projeto esperantistas para solução dos problemas de comunicação entre os povos.
O Espiritismo defende a ideia da evolução moral e espiritual do planeta Terra, atualmente viveríamos em período de transição entre duas fases claramente distintas, de maneira geral, estaríamos saindo do estágio de mundo de provas e expiações (onde há predominância do mal sobre o bem) para o estágio de mundo de regeneração (onde o homem teria mais consciência da necessidade de viver a fraternidade). O Espiritismo diz que nesse terceiro milênio a humanidade estaria predestinada a viver a sua regeneração e, para tal período, os espíritos responsáveis pela condução deste processo já teriam definido e legitimado o Esperanto como a língua do estágio de regeneração. Mesmo havendo espíritas encarnados que não levem a sério o Esperanto, muitos inclusive gostariam que houvesse uma retratação por parte das instituições espíritas que defendem a difusão do Esperanto, a contragosto os espíritos desencarnados guias do Espiritismo continuam acreditando e convocando os homens ao ideal esperantistas de fraternidade. Em síntese, esses espíritos superiores dizem que não é conveniente para o período de regeneração da Terra a apropriação de um idioma (inglês, por exemplo) contaminado por impressões deletérias desagregadoras devido o seu uso em ações de domínio cultural, político e econômico. Esses guias da humanidade, mereceriam nossa consideração em razão de possuírem uma visão liberta da transitoriedade do mundo material, mais ampla e nítida da realidade dos fatos, diferente de nós, encarnados, que temos a visão embotada pelos preconceitos.
Enfim, diante do exposto, digo com tranquilidade, com segurança e esperança: O Esperanto será a língua internacional do futuro! Digo isso não porquê sou espírita e os espíritos também acreditarem nisso. Digo isso porquê vejo lógica e razão em acreditar nisso. Quando será esse futuro? Isso não sou capaz de precisar, mas arriscaria dizer que esse futuro seja daqui uns 200 anos, quem sabe? 200 anos na história da humanidade é logo ali.
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2020.07.16 00:21 los_bicituristas «Rodando Historias» por Asia

«Rodando Historias» por Asia

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Entrevista con el viajero córdobes Juan Ignacio Bettolli en la que nos cuenta su viaje por Asia con su proyecto «Rodando Historias»
¿A qué te dedicas? ¿Dejaste de trabajar para realizar el viaje?
Soy cocinero, tuve un servicio de pizzas a la parrilla durante 9 años en Córdoba (Argentina)), hasta que en 2017 lo deje para irme a trabajar en Australia también como cocinero y a viajar por Asia. A fines de 2018 me decidí de lleno a viajar y en Marzo de 2019 comencé mi primer viaje en bicicleta.
¿Qué países recorriste en Asia y cuántos kilómetros hiciste? ¿Cuánto tiempo te llevo?
El recorrido fueron unos 12000 km, comenzó en Beijing, capital de China, Mongolia, le región de Altái en Rusia, Kazajistán, Kirguistán, Tayikistán, Uzbekistán, Turkmenistán e Irán, el viaje me llevó unos 7 meses y medio.

Cultivos de Azafrán en Irán, el Oro rojo, pues sus pistilos cotizan a 18 dólares el gramo
¿Qué te deja el viaje, la cultura, vivencias?
Sin duda el aprendizaje de las diferentes culturas, la capacidad del ser humano para adaptarse a los entornos más adversos y hostiles, como las vivencias compartidas con gente local y también las lecciones de humildad y hospitalidad son lo más preciado que guardo. Todo ello decanta un trabajo introspectivo y de análisis de la realidad en la que a uno le toco nacer por simple albedrio.
Preparación física
¿Te preparaste de alguna manera para el viaje?
El único entrenamiento que hice fueron los 30 kilómetros que separan la fábrica de bicicletas con el hostel en donde me aloje en Beijing, de hecho hacia un año que no realizaba ningún deporte más que un par de salidas de trekking.

En Mongolia es una falta de respeto muy grave pisar a alguien o patearlo sin querer, inmediatamente hay que darle la mano en señal de disculpa

Contanos que bici llevaste, como la armaste, el equipamiento usado.
Me contacté con un negocio en Beijing que se dedicaban a la fabricación de bicicletas de cicloturismo, y en base a ciertas recomendaciones y a mi falta de conocimiento en mecánica me incliné por lo más simple. Mi bicicleta es una Boskey Wanderer rodado 28 de acero cromoly, con cubiertas Schwalbe maratón plus de una pulgada (hubiese sido más acertado un rodado 26 y cubiertas de 2 pulgadas), cambios Schimano Deore de 27 velocidades, frenos V-break en las dos ruedas (hoy me inclinaría por unos frenos a disco mecánicos) y manillar mariposa. En cuanto a las alforjas use las Ortileb Back Roller Classic (20 litros) (traseras y frontales), bolso frontal Vaude. En total eran más de 60 kilos con la bicicleta incluida, iba cargando recuerdos que compraba en el camino, sumado a lo que traía de los meses previos a la etapa en bicicleta, sumado a regalos que la gente me hacía.

En Kirguistán
¿Qué paisajes o lugares te impactaron más?
Todos tienen su impronta, pero el que más me impacto fue sin lugar a dudas Mongolia que paso de ser el imperio más extenso del mundo al país con menor densidad de población, donde más del 30% es nómade, respetando las antiguas tradiciones, los caminos son casi inexistentes, al igual que los servicios que nosotros consideramos como básicos se convierten en un lujo, esto último se extiende a varios países. La cordillera del Pamir, cuando vas bordeando Afganistán te pone la piel de gallina.
¿Dónde dormías? ¿Qué te pareció la comida de aquellos países?
Principalmente en carpa y cada 10 a 15 días, dependiendo la zona buscaba algún alojamiento para poder bañarme con agua caliente, lavar ropa y descansar. También muchas veces fui invitado por gente local para quedarme a dormir en su casa, a veces por varios días.Respecto a la comida, hay diferencias según el país. China e Irán entran en el podio, después diría que sigue Rusia con buena variedad y en el resto caes en una monotonía de platos, ingredientes y sabores. Pero es parte de la experiencia y probas lo que te sirven, carne de caballo, leche fermentada de yegua y camello, té con leche salado, no es para aprensivos digamos jajaja.

En la estepa mongola
¿Te adaptaste con el idioma?
Con el idioma me pude defender bastante bien, tuve mis baches, en China me fue casi imposible y en Mongolia a los manotazos zafe, sus pronunciaciones guturales son muy difíciles para nosotros. En los países que terminan en “stan” se hizo cuesta abajo, porque al haber sido parte de la Unión Soviética heredaron el ruso y en el camino lo fui aprendiendo, son sonidos pronunciables, te permiten identificar palabras y cuando ven que te esforzas por entenderlo te enseñan. Después en Irán son los más despiertos digamos, de algún lado te buscan a alguien que hable inglés, porque el Farsi es primo hermano del árabe, muy duro y leerlo imposible directamente.
¿Qué le dirías al que quiera hacer un viaje por aquel continente?
En primer lugar que todos los preconceptos sobre la inseguridad y el peligro que la gente suele tener, los elimine, porque la hospitalidad y el cariño que te brindan te hace sentir diminuto. Obviamente hay zonas de conflicto, pero son las menos.
Por otro lado siempre que haya una situación de adversidad vas a encontrar alguien que te ayude. Si van a atravesar zonas muy remotas, preguntar a gente local información al respecto, como por ejemplo la distancia entre pueblos; llevar comida suficiente, ver si hay cuencas de ríos para el agua, repuestos y herramientas (el alambre y bridas son fundamentales), estar atento al clima y las temperaturas. Leer un poco sobre lo que son los códigos de vestimenta y costumbres (en Mongolia es una falta de respeto muy grave pisar a alguien o patearlo sin querer, inmediatamente hay que darle la mano en señal de disculpa).

Con una familia en Kazajistán
Recomendaciones

Por último una recomendación por experiencia propia, sin buscar asustar a nadie, simplemente ser precavido, sobre todo si se planifica ir a zonas muy remotas o un viaje largo, el tema a tener en cuenta es contratar un buen seguro médico por si acaso, ya que a mi sin previo aviso en Mongolia me tuvieron que operar de urgencia por apendicitis y con poco margen de maniobra.Sin dudas viajar en bicicleta es algo que no tiene nada que se le parezca a la hora de buscar descubrir, vivir y disfrutar el mundo donde vivimos. La posición en que la bici te pone, la exposición y contacto con el entorno, la velocidad y el esfuerzo de cada metro avanzado, te llevan percibirlo de una manera que te permite revalorar las simplezas que a veces olvidamos con tanto bombardeo de información que recibimos a diario.

Conclusión del viaje
Desactivas ese “piloto automático” y derribas ese concepto de que el viaje es el simplemente el destino y vivís cada minuto. Además la bicicleta te permite esa capacidad de improvisación, de tomar prácticamente cualquier sendero, acampar donde te guste y si las cosas se ponen muy difíciles, simplemente paras al costado del camino y levantas el pulgar.
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2019.06.04 21:44 LaBandaRoja Mercado de Pases Verano 2019

Actualizado al 10/7

REFUERZOS

Confirmados: No hay. Enzo indicó que la prioridad de River es retener el plantel actual. Pero también aseguró que buscarían algún refuerzo si hay salidas. Hay tiempo hasta el 31/8 (LPM). Gallardo reiteró que la prioridad es retener al plantel, que es muy bueno y que estarán volviendo algunos lesionados para reforzar (Palacios, quien ya volvió, y Quintero y Scocco que estarán de vuelta dentro de poco) También indicó que quiere que sumen a Paulo Díaz (LPM).
Probables:
Otros (iniciando con las noticias más recientes):
Humo:

BAJAS

Confirmadas:
Probables:
Otras:

Información General:

Actualización sobre las negociaciones por sponsors - Inicialmente parecía que el nuevo patrocinador sería Turkish Airlines, pero esto se cayó por lo de Armenia, cuya comunidad es importante en Argentina y River Plate. Luego se rechazó la oferta de Supervielle por ser muy baja. Ahora parecería que la licorería china Kweichow Moutai ofertaría $3 MM USD (que es por debajo de lo demandado por la dirigencia pero no generaría problemas extrafutbolísticos (PM).

Actualización sobre el estadio - D'Onofrio habló una entrevista e indicó que es serio el proyecto de un nuevo estadio. Éste costaría aproximadamente $320 MM USD y requeriría vender el terreno donde esta el actual Monumental. Las diferentes opciones serían votadas por los socios (PM).

Plantel profesional al día:

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2014.10.25 02:20 aspiktongue Juego de Tronos ó la trampa de Pablo Iglesias

http://marat-asaltarloscielos.blogspot.com.es/2014/10/juego-de-tronos-la-trampa-de-pablo.html?m=1
LA BARRICADA CIERRA LA CALLE PERO ABRE EL CAMINO
OCT 24 JUEGO DE TRONOS: LA TRAMPA DE PABLO IGLESIAS
NOTA DEL EDITOR DE ESTE BLOG “Nadie combate la libertad; combate, a lo sumo, la libertad de los otros. Por tanto, todas las libertades han existido siempre, sólo que unas veces como privilegio particular, otras como derecho general” (Karl Marx, Gaceta Renana. “Debates sobre la libertad de prensa”)
"La libertad de prensa. ¿Qué quiere decir esto?; puede querer decir dos cosas: “a) la libertad que tiene la prensa (es decir: los propietarios de los medios de prensa y los profesionales por ellos contratados) para publicar aquello que quieran, y b) la libertad que todos los ciudadanos tienen de utilizar la imprenta (combinada con otros medios de comunicación) para comunicar sus puntos de vista a los demás y, lo que es lo mismo, el derecho de todo ciudadano a conocer los puntos de vista de otros ciudadanos por los medios de comunicación de que se disponga" (Felipe Martínez Marzoa. De la revolución)
Hace ya tiempo que algunos adquirimos la conciencia de que la libertad de información acaba donde empieza la libertad de empresa y que los medios del capital y otros que pretenden, sólo aparentemente, no serlo aplican la doctrina del silencio ante la denuncia de aquello que a quienes mandan en las redacciones y al poder económico que está detrás de ellas no le interesa que se conozca, incluso aunque reciban información acerca de quienes aparentan ser sus enemigos.
A ellos, en todo caso, no les interesa combatirles, aún cuando parezcan escribir de manera denodada contra ellos, sino, simplemente condicionarles, reorientarles...a pesar de que muchas veces ya vengan reorientados de casa.
Nadie se engañe. Lo que no aparece en los medios de comunicación oficiales tiene muy poca posibilidad de prosperar si estos no acaban por hacerse eco de lo que surge fuera de ellos. Casi siempre que parece que esta ley es desafiada, uno acaba por encontrarse periodistas de medios empotrados dentro de ese mundo “empoderado” que promete la salvación de la humanidad desde las llamadas redes sociales. Y en esos casos, tengan ustedes claro que hay intereses económico-políticos y mediáticos en que esa “voz empoderada” prospere. Intereses económicos que les llevan a formar “líderes”, crear community managers y, en muchos casos, profesionalizarlos con su sueldo correspondiente. Si un Estado no tiene enemigos se los crea a su medida. Es lo que se conoce como disidencia controlada. De esa desde las revoluciones árabes y los indignados hasta hoy ha habido mucha.
Un grupo de personas que no tenemos empacho alguno en reconocernos de izquierdas encontramos hace algunos días un conjunto de trampas, mentiras, ardides, atajos y juegos sucios practicados desde el mundo digital de Podemos, un partido que en sus más de 6 meses de vida no ha logrado convencernos de que no es otra cosa que realidad virtual, impulsada desde los poderes fácticos, políticos y mediáticos del capital para llevarnos a una segunda transición lampedusiana, lo que es muy distinto de la ruptura que pretende publicitarnos.
Quien nace bajo el signo del embuste, no reconocerá lo cierto ni aunque le muerda la nariz.
Sin más, les dejo el texto que fue enviado a todos los medios principales de comunicación del país, de todas las tendencias, y que no parece haberles resultado de interés. Ellos sabrán porqué. Nosotros también.
Colectivo Máximo Gorki JUEGO DE TRONOS: LA TRAMPA DE PABLO IGLESIAS El objetivo de este documento es denunciar ante los medios de comunicación una serie de irregularidades constatadas y demostradas en todo el proceso de constitución e implantación de PODEMOS en este país.
VOTACIONES. Muchas eran las voces que apuntaban que se podía votar más de una vez dentro de la web, ingresando diferentes perfiles. Por supuesto perfiles falsos.
En plaza Podemos, cualquiera puede entrar y crear distintos perfiles , incluso desde un mismo pc, si esperas 10 minutos entre creación de uno y otro.
Pero, ¿era posible votar con los mismos perfiles? Nos decidimos a comprobarlo: 1.- Creamos un perfil de una persona imaginaria, en este caso MARTA LOPEZ RIDRUEJO, residente en Calafell , nacida el 01/01/1968. 2.- Nos inventamos un DNI y fuimos a buscar la letra que le correspondía:
3.- Entramos en la web e iniciamos el registro:
4.- Ingresamos un domicilio nuevamente ficticio:
5.- Aceptamos las condiciones generales e ingresamos el captcha:
6.-Hemos recibido un e-mail de confirmación del registro:
7.- Entramos a votar después de solicitarnos un teléfono móvil al que nos envían un sms con el código
La única credencial que necesitamos para entrar en la página de podemos es “un” e-mail en este caso un e-mail en desuso, y una triste contraseña de 6 cifras ( numérica, no es necesario ni una contraseña alfanumérica que dificultaría en todo caso la entrada de un intruso)
Vamos a “agoravoting”:
Emitimos nuestro voto :
y podemos cambiar nuestro voto, tranquilamente.
Esto nos lleva a pensar, que si nosotros podemos cambiar nuestro voto simplemente con el localizador, que es muy sencillo manipular estos mismos votos con acceso al servidor, o simplemente con el acceso a los listados de votantes.
La cuestión del cambio de voto es especialmente importante. ¿Imaginan ustedes que durante el proceso de votaciones en un colegio electoral alguien se arrepintiese de su voto, abriese la urna, sacara el voto emitido y lo cambiara por otro? Son una irregularidad y una ilegalidad flagrantes.
Dice el texto de la fotografía: "Mientras que la votación esté en curso, puedes cambiar tu voto votando de nuevo. Tu voto nuevo reemplazará al voto emitido anteriormente." ¿Con qué objeto se permite esta ilegalidad? Con la intención de que, como el proceso de votaciones durará esta semana, dé tiempo a que los miembros de Podemos sufran la presión de Pablo Iglesias y su equipo en sus redes sociales (Plaza Podemos y otras); presiones del tipo si no gano me voy, el que pierda que se eche a un lado, no consenso,... Ello unido al cambio producido a última hora de las reglas de votación (votar documentos en bloque en lugar de uno por uno. Echenique sólo presentó el documento de organización) convierte todo este proceso en una farsa obscena, en un pucherazo antidemócratico y en un golpe de Estado interno.
SEGUIDORES No hace demasiado tiempo, saltó a los medios de comunicación la noticia de que el presidente del Gobierno Mariano Rajoy, había “comprado” falsos seguidores en twitter causando un escándalo en las redes.
No es menos sorprendente el caso de Podemos, en cuanto a su líder, Pablo Iglesias, se refiere.
Viendo el ascenso a los cielos de su popularidad, nos pusimos manos a la obra a “investigar” de dónde venía este ascenso quasi divino.
En la anterior imagen, vemos como el 80% de los seguidores de Pablo Iglesias son sospechosos o vacíos. Incluso la propia herramienta alerta de este hecho, llamando a actuar inmediatamente.
Para intentar contrastar la precisión de la herramienta y ver que los resultados son fiables, analizamos un usuario cualquiera de twitter con pocos seguidores pero que en su mayoría sí son conocidos por él.
Efectivamente, la herramienta muestra como sólo el 8% de sus seguidores son sospechosos o vacíos, lo que pueda dar una muestra de la buena fiabilidad de la misma. Ese porcentaje es residual, ya que, por desgracia, hay usuarios de twitter catalogados como fraudulentos porque se dedican sólo a seguir seguidores y poder obtener así seguidores de vuelta.
Para ello, hemos utilizado la herramienta Fake Followers de Social Bakers que se puede encontrar y utilizar en este enlace http://www.socialbakers.com/twittefakefollowercheck/
No nos confiamos con el resultado e intentamos ir un poco más allá y nos encontramos con miles de contactos como estos (no hemos puesto todos los pantallazos por razones obvias). Usuarios sin fotos de perfil, sin descripciones y de otros idiomas:
Para que no se nos pudiera tildar de embusteros, o interesados o algo parecido, echamos mano de otra página de medición y nos dio estos resultados en pocos días de diferencia, a la vez que seguíamos recopilando pantallazos de los ya famosos “huevitos güeros” (dichos así porque están vacíos y no hay perfil real detrás). La página en cuestión se llama Tuitocracia, y el 16-10-2014 informaba de una subida inesperada de seguidores de Pablo Iglesias.
Incluso, utilizando nosotros mismos la herramienta desarrollada por Tuitocracia, la cual analiza el aumento de seguidores por día y por semana, vemos como el aumento de seguidores de Pablo Iglesias es muy desproporcionado respecto a Mariano Rajoy.
Datos recogidos a 21-10-2014, cuya herramienta está disponible en el siguiente enlace http://www.tuitocracia.info/#/clas/Pol%C3%ADticos Pues bien, el sistema desarrollado por Tuitocracia también muestra una alerta de que el aumento de seguidores de Pablo Iglesias en Twitter es anómalo.
Llegados a este punto, no nos queda mucho más que decir, simplemente que esperamos que saquéis a la luz pública este fraude con nombre propio que se llama PODEMOS.
Además, como referencia de otro tema acerca de PODEMOS, que también está siendo causa de nuestra investigación está la dudosa financiación del “partido”: http://miquelvillanueva.com/2014/10/esta-la-casta-financiando-a-podemos/
Quedamos a la espera de vuestras noticias,
Saludos cordiales, Jean Paul. Roser. Vicente.
POST SCRIPTUM: Día y medio después de enviarles este texto, aún estamos esperando sus respuestas y ecos de esta denuncia, señores de los medios de comunicación "críticos e independientes". Publicado 15 hours ago por Marat Etiquetas: cacicada cambio del voto falsas inscripciones falsos seguidores en twitter ilegalidad Podemos votaciones con falsos inscritos
1 Ver comentarios
Jesús Díaz Formoso24 de octubre de 2014, 19:03 Viene de la vaca, es blanca y en botella; de ella se saca el queso, la nata y la mantequilla. Es agua. Y mataremos a todo aquél que lo niegue. Esto es Podemos. Lo saben; pero lo desean. No hay suficientes razones en este mundo para que comprenda quien no quiere comprender, sino solo alzarse con el poder. El macho Alfa y sus cortesanos. Los paniaguados piratas del sistema. Son el enemigo. Quieren dominarnos. Y para ello, necesitan nuestra colaboración. Cuando ladramos a su paso, vamos perdiendo. Para vencerles necesitamos ORGANIZARNOS. Es el problema. Organizarse es un coñazo; tardas años y tienes que trabajar mientras pasas hambre y frío. ¡¡Es mejor que te organicen otros!! Comprended antes de que sea tarde: La Libertad Política es indelegable. Porque, en el mismo instante en que la delegas, la pierdes. No delegues. ¡¡Organízate!! El problema es de confianza. Busca gente de tu confianza, y organízate con ellos. Luego, busca otros grupos cerrados y no inclusivos, y relacionate con ellos. Así es como se construyen cimientos sólidos. NO DELEGUES. LUCHA.
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2012.12.19 22:23 apocalipto2012 Hice un cuento sobre el fin del mundo, qué les parece? Feliz fin del mundo amigos redditores

EL FIN DEL MUNDO
La verdad era inminente, el fin del mundo ocurriría hoy con el impacto en el planeta del asteroide denominado Deus Rex, descubierto apenas hacía un mes por científicos polacos. Sería, sin duda, un final violento para una humanidad violenta. La situación global era catastrófica, los gobiernos del primer mundo distribuían las llamadas pastillas del suicidio asistido bajo el patrocinio de las principales farmacéuticas del mundo e incluso con la aprobación papal, quien había proclamado que era “lícito emprender el camino sereno hacía lo inevitable”.
Antes de que cayera el destructor de mundos, la tierra ya apestaba a muerte, millones de musulmanes y judíos se habían exterminado mutuamente por la guerra total entre el mundo árabe e Israel. En Jerusalén, todo eran ruinas. Contra los deseos optimistas, el fin del mundo no traía la reconciliación entre los pueblos, todo lo contrario, parecía que no era posible permitir una muerte natural al enemigo, el exterminio era un derecho que se tenía que ejercer antes de que cayera la noche eterna.
En Europa, el continente cansado de su historia se entregó al nihilismo, las iglesias continuaron vacías, los adultos se encerraron en sus casas y los jóvenes llenaron las plazas para buscar en el desenfreno una razón a su existencia. Mientras, los países asiáticos siguieron su destino ineludible de manera organizada, habían continuado trabajando y sus gobiernos previnieron burocráticamente el fin del mundo hasta el último día, que lo dedicaron al rezo.
En el continente africano, olvidado por completo del mundo civilizado, los viejos congregaron a las tribus y celebraron rituales, no fue algo trágico para ellos, de la misma manera en que nacían ahora morían, celebraron las hazañas de sus guerreros y las leyendas sobre su origen, notando que sus antiguos habían provenido de las estrellas a las cuales ellos regresarían.
En los Estados Unidos, ahí fue un lugar representativo de todo lo que sucedió en otras partes del mundo; así el duelo fue distinto para los nativos americanos, anglosajones, afroamericanos, latinos, asiáticos et ál. En México, hubo un reencuentro con el mundo prehispánico y, sin embargo, más de sesenta millones de almas se congregaron en rezo en torno a la basílica de Guadalupe, fue la concentración católica mayor del mundo, más grande aun que la del propio Vaticano.
Los programas televisivos fueron de lo trágico a lo cómico, no existía una manera “adecuada” de transmitir este Reality Show. La forma en que devino fue una trasmisión de la biografía del mundo, como si fuera una celebridad se recapitulaban sus mejores momentos: el surgimiento de los profetas, la invención de la democracia, los avances tecnológicos y por supuesto, sus guerras. Algunos de los archivos secretos de los gobiernos fueron abiertos al público, se desveló que efectivamente seres de otros mundos habían visitado la tierra y que por accidente habían dejado evidencias, como en Roswell, pero que finalmente no se había hecho nunca contacto con ellos, y que en estas circunstancias los gobiernos enviaban mensajes de ayuda al espacio, sin encontrar ninguna respuesta.
Los niños y los más jóvenes ¡pobres de ellos! sin importar que fueran ricos o pobres todos tendrían el mismo final. ¿Lo merecían?: No. Pero al igual que sucedió con tantos seres humanos nacidos en el infortunio, era inútil buscar una razón a su destino.
Llegado el momento en que comenzaban las mareas gigantescas y se ensombrecía el cielo, algunos hombres sonreían porque habían llegado a la conclusión de que es ingenuo pensar que la humanidad es la razón del universo.
Fue la propia vida y el pensamiento lo que revolucionó todo, lo que convirtió un planeta inerte en un escenario para obra de teatro; lo que creó universos únicos en las mentes de las personas; lo que se desarrolló hasta lo infinito, creando lugares o ideas (como este cuento) que no existen en nuestro mundo físico.
Así pensaron los hombres más avanzados que llegaron a existir, tomaron conciencia de lo inconmensurable de este universo en el que habían tenido la fortuna de ser, aún si sólo hubiera sido por un instante. Poco después, todo fue oscuridad, y desde Marte, Curiosity seguía enviando señales que se perderían, quizá, en el infinito.
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